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	<title>Comentários sobre: Luthier &#8211; Santo Andr&#233;</title>
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	<description>Mar, navegação, cruzeiro à vela</description>
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		<title>Por: conde</title>
		<link>http://www.veleiro.net/blog/2010/02/25/luthier-santo-andr/#comment-6172</link>
		<dc:creator>conde</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Mar 2010 23:09:59 +0000</pubDate>
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		<description>Está  combinado uma visita á Bairrada (Mealhada).</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Está  combinado uma visita á Bairrada (Mealhada).</p>
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		<title>Por: Dorival e Catarina</title>
		<link>http://www.veleiro.net/blog/2010/02/25/luthier-santo-andr/#comment-6170</link>
		<dc:creator>Dorival e Catarina</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 10:00:08 +0000</pubDate>
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		<description>Olá, Conde,

Adoraria apreciar o famoso leitão da Bairrada, isso sim, seria a realização de um sonho.
Que eu saiba, o leitão assado ainda é muito comum no Brasil, no Estado de Minas Gerais, no norte de São Paulo, e em pequenas comunidades rurais, espalhadas pelo país. É um prato mais elaborado, exige tempo e prática no preparo e, talvez por isso, em São Paulo, esteja perdendo para o churrasco de carne e a &quot;pizza&quot;, mas continua sendo o meu queridinho.
Abraço,
Catarina</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Conde,</p>
<p>Adoraria apreciar o famoso leitão da Bairrada, isso sim, seria a realização de um sonho.<br />
Que eu saiba, o leitão assado ainda é muito comum no Brasil, no Estado de Minas Gerais, no norte de São Paulo, e em pequenas comunidades rurais, espalhadas pelo país. É um prato mais elaborado, exige tempo e prática no preparo e, talvez por isso, em São Paulo, esteja perdendo para o churrasco de carne e a &#8220;pizza&#8221;, mas continua sendo o meu queridinho.<br />
Abraço,<br />
Catarina</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Dorival e Catarina</title>
		<link>http://www.veleiro.net/blog/2010/02/25/luthier-santo-andr/#comment-6169</link>
		<dc:creator>Dorival e Catarina</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 09:49:42 +0000</pubDate>
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		<description>Caro Conde,

Não pudemos ficar naquele &quot;pier&quot; porque ele estava sendo muito usado, durante o dia, para embarcar materiais de construção para uma ilha fluvial próxima. De fato, não perguntei se poderia usá-lo. 
Realmente, a maior parte das dificuldades ocorrem nas ancoragens e marinas. Enfrentar 35 nós de vento, em mar aberto, não é fácil, mas há o que fazer para lidar com ele. O mesmo vento, ancorado, é um sufoco, porque não há muito o que fazer. Além de lidar com o seu barco, há o barco dos vizinhos, que podem vir para cima do seu.
Meu avô, Seraphim, de Trás-os-montes, tinha o costume de criar porcos. Ele me fez, quando eu era criança, matar um leitão para a festa de aniversário de alguém.
No Sudeste escuto muito o uso do têrmo &quot;pier&quot;, como referência ao cais, palavra esta mais usada. No sul também se usa &quot;trapiche&quot;, e na Bahia, em muitos lugares, eles chamam &quot;ponte&quot;.

Abraço
Dorival</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Caro Conde,</p>
<p>Não pudemos ficar naquele &#8220;pier&#8221; porque ele estava sendo muito usado, durante o dia, para embarcar materiais de construção para uma ilha fluvial próxima. De fato, não perguntei se poderia usá-lo.<br />
Realmente, a maior parte das dificuldades ocorrem nas ancoragens e marinas. Enfrentar 35 nós de vento, em mar aberto, não é fácil, mas há o que fazer para lidar com ele. O mesmo vento, ancorado, é um sufoco, porque não há muito o que fazer. Além de lidar com o seu barco, há o barco dos vizinhos, que podem vir para cima do seu.<br />
Meu avô, Seraphim, de Trás-os-montes, tinha o costume de criar porcos. Ele me fez, quando eu era criança, matar um leitão para a festa de aniversário de alguém.<br />
No Sudeste escuto muito o uso do têrmo &#8220;pier&#8221;, como referência ao cais, palavra esta mais usada. No sul também se usa &#8220;trapiche&#8221;, e na Bahia, em muitos lugares, eles chamam &#8220;ponte&#8221;.</p>
<p>Abraço<br />
Dorival</p>
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	<item>
		<title>Por: conde</title>
		<link>http://www.veleiro.net/blog/2010/02/25/luthier-santo-andr/#comment-6161</link>
		<dc:creator>conde</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2010 20:51:13 +0000</pubDate>
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		<description>Vou arriscar um pouco ao dizer isto mas....as vossas preocupações , no tipo de navegação que estão a fazer, são talvez maiores do que se navegassem em mar aberto.  Não podem pedir no &quot;pier&quot; ( esta expressão não se usa em Portugal) se o podem utilizar por uns dias, mesmo sendo particular? ou não podem lançar um cabo a uma árvore?
Foi curiosa a referencia ao Leitão assado, por pouco esqueci que são Brasileiros e estão no Brasil, é que por aqui o Leitão assado é muito apreciado, havendo uma localidade perto de Fátima (Bairrada) que é conhecida pela forma exclusiva como assa o Leitão, o famoso leitão da Bairrada.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Vou arriscar um pouco ao dizer isto mas&#8230;.as vossas preocupações , no tipo de navegação que estão a fazer, são talvez maiores do que se navegassem em mar aberto.  Não podem pedir no &#8220;pier&#8221; ( esta expressão não se usa em Portugal) se o podem utilizar por uns dias, mesmo sendo particular? ou não podem lançar um cabo a uma árvore?<br />
Foi curiosa a referencia ao Leitão assado, por pouco esqueci que são Brasileiros e estão no Brasil, é que por aqui o Leitão assado é muito apreciado, havendo uma localidade perto de Fátima (Bairrada) que é conhecida pela forma exclusiva como assa o Leitão, o famoso leitão da Bairrada.</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Dorival e Catarina</title>
		<link>http://www.veleiro.net/blog/2010/02/25/luthier-santo-andr/#comment-6098</link>
		<dc:creator>Dorival e Catarina</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Feb 2010 19:03:58 +0000</pubDate>
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		<description>Chris,

Obrigada pela dica, vou tentar.
Nos vemos na Ilha Grande.
Bons ventos por aí também, sem raios, nem tempestades.
Até lá,
Catarina</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Chris,</p>
<p>Obrigada pela dica, vou tentar.<br />
Nos vemos na Ilha Grande.<br />
Bons ventos por aí também, sem raios, nem tempestades.<br />
Até lá,<br />
Catarina</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Christina</title>
		<link>http://www.veleiro.net/blog/2010/02/25/luthier-santo-andr/#comment-6097</link>
		<dc:creator>Christina</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2010 01:06:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.veleiro.net/2010/02/25/luthier-santo-andr/#comment-6097</guid>
		<description>Oi Catarina
Vai ai uma dica para o pão sem conservantes não embolorar: deixe o pão em local fresco, abrigado de luz (coisa difícil num barco) e com a embalagem aberta. Quando a embalagem fica fechada, com o calor, a umidade dentro, condensa e isso ajuda a diminuir a vida útil do pão e alimenta o bolor.
Deixar os pães abertos faz com que eles fiquem secos, ai o jeito é fazer umas torradas.
Estaremos na ilha grande por todo mês de março, nos vemos por lá!!!
Bons ventos e inté
Chris</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Catarina<br />
Vai ai uma dica para o pão sem conservantes não embolorar: deixe o pão em local fresco, abrigado de luz (coisa difícil num barco) e com a embalagem aberta. Quando a embalagem fica fechada, com o calor, a umidade dentro, condensa e isso ajuda a diminuir a vida útil do pão e alimenta o bolor.<br />
Deixar os pães abertos faz com que eles fiquem secos, ai o jeito é fazer umas torradas.<br />
Estaremos na ilha grande por todo mês de março, nos vemos por lá!!!<br />
Bons ventos e inté<br />
Chris</p>
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