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	<title>Blog Veleiro.net &#187; Veleiro.net</title>
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	<description>Mar, navegação, cruzeiro à vela</description>
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		<title>Yahga</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 20:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Procurando os Yaganes]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; Para os atentos, não esta escrito errado, Yahga é um canal que separa as Ilhas de Hoste e Navarino à sudeste de Ushuaia, atualmente o canal leva o nome de Angostura Murray. O missionário Tomás Bridges que esteve na Tierra del Fuego por volta de 1830, queria [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/ushuaia23.jpg" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="ushuaia (23)" border="0" alt="ushuaia (23)" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/ushuaia23_thumb.jpg" width="260" height="195" /></a> </p>
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<p align="justify">Para os atentos, não esta escrito errado, Yahga é um canal que separa as Ilhas de Hoste e Navarino à sudeste de Ushuaia, atualmente o canal leva o nome de Angostura Murray.    <br />O missionário Tomás Bridges que esteve na Tierra del Fuego por volta de 1830, queria dar um nome ao povo indígena fueguino que encontrou aqui na região do Ushuaia (que na língua nativa significa “baia que entra para oeste”),&#160; perguntou-lhes de onde vinham, onde moravam e a resposta foi de Yahga, o canal no meio das ilhas onde habitavam os indígenas, assim deu-lhes o nome de yahgan (em inglês) ou yagán(em&#160; castelhano).     <br />“… yaganes eran los que vivían em el Yahga”.    <br />Depois os yaganes virou nome de rua, a que ficava entre o final do povoado primitivo e o Presídio, onde hoje é a cidade de Ushuaia. E nome de veleiro.    <br />Hoje&#160; 2km depois de Puerto Williams- Isla Navarino- Chile,&#160; do&#160; outro lado do canal de Beagle fica a histórica villa Ukika onde ainda se encontram algumas casas tipicas dos yaganes,&#160; lá vive, dizem, a última descendente do povo yaganes. </p>
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		<title>T&#244; voltando</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Nov 2010 13:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Procurando os Yaganes]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; Depois de mais de onze mil kilometros de estrada, já nos quase, quase 55° S ouvi ontem na estrada: – Assim que chegarmos em Ushuaia vou te convencer a voltar para Angra!&#160; A volta também é longa e desconhecida. Mas já tem o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
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<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/ushuaia34.jpg" target="_blank"><img style="border-right-width: 0px; margin: 0px 10px 10px 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="ushuaia (34)" border="0" alt="ushuaia (34)" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/ushuaia34_thumb.jpg" width="260" height="195" /></a> </p>
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<p>Depois de mais de onze mil kilometros de estrada,    <br />já nos quase, quase 55° S ouvi ontem na estrada:     <br />– Assim que chegarmos em Ushuaia vou te convencer a voltar para Angra!&#160; <br />A volta também é longa e desconhecida.     <br />Mas já tem o gosto de estar sempre mais perto de casa     <br />e a nostalgia de que esta acabando aos poucos a viagem.     </p>
<p><font size="1">PS: Esmeralda, pode por o fejão de molho!!</font></p>
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		<title>Paine</title>
		<link>http://www.veleiro.net/blog/2010/11/26/paine/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Nov 2010 00:15:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Procurando os Yaganes]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; A latitude é pouco abaixo dos 51° S, a longitude quase 73°W, muito perto de Puerto Natales – Chile e vizinho de El Calafate – Argentina. O Parque Nacional Torres del Paine, foi declarado pela Unesco como Reserva Mundial de la Biosfera, tem lagos e lagunas de cores mais estranhas, florestas, animais,&#160; montanhas e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font size="2">&#160; <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/torresdelpaineblog13.jpg" target="_blank"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="torresdelpaineblog13" border="0" alt="torresdelpaineblog13" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/torresdelpaineblog13_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a> </font></p>
<p><font size="2"></font></p>
<p><font size="2"></font></p>
<p><font size="2"></font></p>
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<p align="justify"><font size="2">A latitude é pouco abaixo dos 51° S, a longitude quase 73°W, muito perto de Puerto Natales – Chile e vizinho de El Calafate – Argentina.      <br />O Parque Nacional Torres del Paine, foi declarado pela Unesco como Reserva Mundial de la Biosfera, tem lagos e lagunas de cores mais estranhas, florestas, animais,&#160; montanhas e rochas nevadas permanentementes, Glaciar Grey, gelos, estradas e senderos.<a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/torresdelpaineblog1.jpg" target="_blank"><img style="border-right-width: 0px; margin: 5px 0px 5px 10px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="torresdelpaineblog1" border="0" alt="torresdelpaineblog1" align="right" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/torresdelpaineblog1_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a>       <br />Li e ouvi dizer maravilhas de Torres del Paine, de paisagens que nos davam impressão de estar em outro planeta, mas </font><font size="2">se posso dizer a verdade, realmente aqui a natureza&#160; impressiona, seria lugar comum dizer que é um espetáculo, Paine como em outros lugares nesse país, a <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/torresdelpaineblog7.jpg"><img style="border-right-width: 0px; margin: 10px 10px 0px 0px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="torresdelpaineblog7" border="0" alt="torresdelpaineblog7" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/torresdelpaineblog7_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a>natureza é de&#160; tirar o fôlego.       <br />Porque afinal essa mesma natureza é agressiva, fria e difícil para os humanos viverem, e no entanto e por isso mesmo ela supreende, choca e deslumbra.       <br /></font></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><font size="1">Passando no <a href="http://www.aquarela22.blogspot.com" target="_blank">vida ao avesso</a>, vc encontrará imagens, senderos e mais impressões também minhas.</font></p>
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		<title>Chile Chico &#8211; a cidade sol</title>
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		<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 00:51:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
				<category><![CDATA[A viagem do Luthier]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160;&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160;&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; Dessas imagens tem as palavras em a vida avesso!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/Chilechico46.jpg"><img style="border-right-width: 0px; margin: 0px 15px 10px 0px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="Chilechico (46)" border="0" alt="Chilechico (46)" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/Chilechico46_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a></p>
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<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/Chilechico6.jpg"><img style="border-right-width: 0px; margin: 15px 0px 15px 15px; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="Chilechico (6)" border="0" alt="Chilechico (6)" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/Chilechico6_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a></p>
<p><img style="margin: 15px 15px 15px 0px" title="Chilechico (18)" border="0" alt="Chilechico (18)" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/Chilechico18_thumb.jpg" width="200" height="150" /></p>
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<p>&#160;&#160; <img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="Chilechico (35)" border="0" alt="Chilechico (35)" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/Chilechico35_thumb.jpg" width="200" height="150" /></p>
<p><img title="Chilechico (29)" border="0" alt="Chilechico (29)" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/Chilechico29_thumb.jpg" width="200" height="150" /></p>
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<p><img style="border-right-width: 0px; margin: 0px 0px 0px 30px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="Chilechico (27)" border="0" alt="Chilechico (27)" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/Chilechico27_thumb.jpg" width="200" height="150" />&#160;&#160; <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/Chilechico13.jpg" target="_blank"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="Chilechico (13)" border="0" alt="Chilechico (13)" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/Chilechico13_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a></p>
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<p>Dessas imagens tem as palavras em <a href="http://www.aquarela22.blogspot.com/" target="_blank">a vida avesso</a>!</p>
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		<title>Sempre uma nova estrada</title>
		<link>http://www.veleiro.net/blog/2010/11/18/sempre-uma-nova-estrada/</link>
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		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 20:26:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Procurando os Yaganes]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; A vantagem de fazer uma longa viagem num círculo, é que não passamos nunca na mesma estrada duas vezes, estamos sempre indo, cada detalhe da paisagem deve ser aproveitado, pois não se repetirá.&#160; Neste nosso caminho saímos do Rio, paramos em SP, dali fomos direto para Foz do Iguaçu, lá conhecemos a cidade, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/cuestadelipan2.jpg" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Cuesta de Lipan  a subida para o Paso de Jama com mais de 4200m de altitude" border="0" alt="Cuesta de Lipan  a subida para o Paso de Jama com mais de 4200m de altitude" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/cuestadelipan2_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p align="justify">A vantagem de fazer uma longa viagem num círculo, é que não passamos nunca na mesma estrada duas vezes, estamos sempre indo, cada detalhe da paisagem deve ser aproveitado, pois não se repetirá.&#160; <br />Neste nosso caminho saímos do Rio, paramos em SP, dali fomos direto para Foz do Iguaçu, lá conhecemos a cidade, num domingo de manhã ao Paraguai, mas chegamos tarde e já estava tudo fechado, compramos somente alfajores<a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/lagminiques10.jpg" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 0px 5px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="laguna Miniques a 4500m de altitude no deserto de Atacama" border="0" alt="laguna Miniques a 4500m de altitude no deserto de Atacama" align="right" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/lagminiques10_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a> Havana. No dia seguinte partimos para Argentina, no rumo noroeste para entrar no Chile pelo Paso de Jama. Ainda no NW da Argentina visitamos cidades incríveis, como Tilcara,&#160; Humahuaca e Purmamarca, já na Codilheira dos Andes.     <br />Entrando no Chile o que impressiona é&#160; a mudança radical de paisagem, da vegetação, os salares e o deserto se espalhando até onde a vista alc ança. As cores do deserto deixaram marcas na nossa retina. Depois do primeiro impacto da beleza estranha, o deserto quase sufoca, não pelo calor, frio, vento, sol, mas pela secura, a poeira, a terceira margem da vida no deserto.     <br />Quando chegamos em San Pedro de Atacama, achamos que estava tendo uma <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/valledaluna12.jpg" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 10px 5px 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Valle de La Luna, Atacama" border="0" alt="Valle de La Luna, Atacama" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/valledaluna12_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a> convenção de “podes crer” mas depois de dois dias descobrimos que lá é um encontro permanente, mais uma das sedes mundiais do “podescreísmo”.    <br />Seguimos para o Pacífico, do outro lado do nosso continente, o oceano maior, ele que é violento, marcante, verde, intenso. Com uma costa que se debruça sobre suas águas tão bruscamante, numa união de pedras e areias negras e ondas brancas.     <br />Foram três regiões de deserto com sutis mudanças na vegetação, até que chegamos no centro do país, com cidades espremidas entre a cordilheira altissima e nevada, de uma <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/vulcaovillarrica51.jpg" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 0px 5px 10px; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Vulcão Villarrica em Pucon, Chile" border="0" alt="Vulcão Villarrica em Pucon, Chile" align="right" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/vulcaovillarrica5_thumb1.jpg" width="150" height="199" /></a>beleza incansável de se olhar e o Pacífico verde inconstante.     <br />Mais adiante, ao sul mas não muito, vimos o primeiro vulcão ativo das nossas vidas,&#160; outra experiência extrema, vulcão ativo com fumaça e neve. A neve foi um brinde, veio sem aviso ou encomenda, lúdica, fria, seca e branca.    <br /> Pucon foi o lugar espetáculo, no contexto da viagem, um lugar que juntou, lagos, florestas, termas, parques, vulcão, neve e lugarejo bonito de povo agradável.     <br />Ainda avante e ao sul visitamos a náutica Valdívia, fizemos pouso em Puerto Varas, que é um porto de lago, onde se pode ir até Bariloche na Argentina de barco, num trajeto confuso de naves e ônibus, que dura todo o dia mas que segundo dizem é fantástico, como não tem ferryboat, não fizemos esse passeio.     <br /><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/chiloe11.jpg" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 10px 5px 0px; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Playa Mar Brava, Piedra Run, Isla de Chiloé" border="0" alt="Playa Mar Brava, Piedra Run, Isla de Chiloé" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/chiloe11_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a>Numa viagem dentro de outra viagem pegamos o Ferryboat para Chiloé um lugar que também é um marco,&#160; a ilha tem montanhas, centenas de baias, muitos rios e praias enormes, muito diferente de toda costa que vimos no continente chileno.    <br /> A Isla Chiloé é um sonho, uma beleza selvagem e livre, ainda com pouca interferência do homem.    <br />O lugar mais distante que ainda iremos será Ushuaia, ao menos com o Troller, a chegada será na mesma cidade da partida, mas o caminho será sempre outro.</p>
<p>&#160;</p>
<p>Mais palavras, fotos, videos, impressões lá no meu outro blog, <a href="http://www.aquarela22.blogspot.com" target="_blank">a vida ao avesso</a></p>
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		<title>Brasiloche</title>
		<link>http://www.veleiro.net/blog/2010/11/17/brasiloche/</link>
		<comments>http://www.veleiro.net/blog/2010/11/17/brasiloche/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Nov 2010 01:51:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Procurando os Yaganes]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://blog.veleiro.net/2010/11/17/brasiloche/</guid>
		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; Não estava nos nossos planos passar por Bariloche, primeiro porque é muito turística e segundo porque não estava na nossa rota. Mas desde que não arrumamos vagas nos Ferryboats para a Carretera Austral, em Puerto Montt, mudamos o rumo e seguimos para o Paso mais perto do nosso destino. Já [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/pasocardenalsamore4.jpg"><img style="margin: 0px 10px 5px 0px" title="pasocardenalsamore (4)" border="0" alt="pasocardenalsamore (4)" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/pasocardenalsamore4_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/pasocardenalsamore4.jpg"></a></p>
<p>&#160;</p>
<p align="justify">Não estava nos nossos planos passar por Bariloche, primeiro porque é muito turística e segundo porque não estava na nossa rota.    <br />Mas desde que não arrumamos vagas nos <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/llaollao4.jpg" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 0px 5px 10px; border-top: 0px; border-right: 0px" title="llaollao (4)" border="0" alt="llaollao (4)" align="right" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/llaollao4_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a>Ferryboats para a Carretera Austral, em Puerto Montt, mudamos o rumo e seguimos para o Paso mais perto do nosso destino.    <br />Já no Paso Cardenal Antonio Samoré&#160; vimos neve no acostamento, o sol alto não chegava aquecer o ambiente, na descida da Cordilheira dos Andes avistamos o enorme lago Nahuel Huapi&#160; a beira de Nova Angostura, Bariloche e Llaollao.    <br />Embora aqui consideram a primavera baixa temporada, os hotéis do centro estão lotados, tem turistas pra todo lado,&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; mas&#160; tem tantos brazukas que na informação turística, supermercado, os garçons, frentistas, vendedores todos falam ou se esforçam em falar em português, fazem de tudo para agradar o turista.    <br /><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/llaollao15.jpg"><img style="margin: 5px 10px 5px 0px" title="llaollao (15)" border="0" alt="llaollao (15)" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/llaollao15_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a>É uma região cercada de montanhas nevadas, muito verde, parques e lagos com ilhas, tudo muito bonito, tivemos que nos render, Bariloche é realmente muito bela, vale percorrer seus parques e lagos. Daqui se vai para o Chile, até Puerto Varas,&#160; numa maratona de barcos e ônibus que dura um dia inteiro e de paisagens incríveis!    <br />Vimos dois clubes náuticos, em várias baias<a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/llaollao24.jpg"><img title="llaollao (24)" border="0" alt="llaollao (24)" align="right" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/llaollao24_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a> achamos um veleirinho boiando na poita, de frente às casas. O vento aparece com frequência e força, o povo do kitesurf se diverte fazendo acrobacias diante da praça principal da cidade, mas eu garanto a água é fria, mais fria que o Pacífico em Chiloé.    </p>
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		<title>Puerto Varas</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 02:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Procurando os Yaganes]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; A sorte e a escolha da época certa para fazer essa viagem nos tem dado dias de sol maravilhosos e nada de chuva, partimos de Pucon para Puerto Varas. Antes desviamos nosso caminho para conhecer Valdivia, uma cidade portuária, muito bonita e náutica, com 140 mil habitantes, divida entre dois rios navegáveis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/valdivia17.jpg" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Subimarino no Porto de Valdívia" border="0" alt="Subimarino no Porto de Valdívia" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/valdivia17_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p align="justify">A sorte e a escolha da época certa para fazer essa viagem nos tem dado dias de sol maravilhosos e nada de chuva, partimos de Pucon para Puerto Varas.   <br />Antes desviamos nosso caminho para conhecer Valdivia,<a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/valdivia1.jpg" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 0px 5px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Curanto Mariscales, teve bão!!" border="0" alt="Curanto Mariscales, teve bão!!" align="right" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/valdivia1_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a> uma cidade portuária, muito bonita e náutica, com 140 mil habitantes, divida entre dois rios navegáveis e uma baia protegida por ilhas na foz do Rio Valdivia com o&#160; Pacífico.     <br />Fomos até a praia ver o mar, avistamos dois veleiros velejando, tinha bastante vento acredito que mais de 15 nós.     <br />Seguindo pela beira mar rumo ao inteiror da baia, subindo o rio até o Iate Club de Valdívia, vimos outro veleiro de vento em popa. O lugar é lindo e agradável, paramos para almoçar com essa paisagem emoldurada pela janela, o cardápio foi frutos do mar, Curanto Mariscales, acompanhado de vinho (só pra mim) e a levissima água de Cutipay.    <br /><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/vulcaoosorno1.jpg" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 10px 5px 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Lago Llanquihue e o vulcão Osorno" border="0" alt="Lago Llanquihue e o vulcão Osorno" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/vulcaoosorno1_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a> De tarde aportamos em Puerto Varas, devidamente instalados saímos para andar pela cidade&#160; à margem do Lago Llanquihue e ver o anoitecer sobre&#160; a cordilheira e o vulcão Osorno nevados,&#160; como estamos um pouco abaixo da latitude 41° W&#160; o dia é claro até depois das 21h.    <br />No dia seguinte fomos conhecer Puerto Montt e nos informar melhor sobre os ferryboat para a Carretera Austral, “no vagas hasta 30/11”, foi o que ouvimos na bilheteria do porto.     <br />Visitar Chiloé estava nos planos, quase de passagem, para pegar o Ferry em Quellon no sul da ilha, até Chaiten ou Puerto Cisnes. Sem a opção de ir de navio para a Carretera decidimos conhecer um pouco Chiloé o que acabou se relevando uma grande e agradável surpresa.    <br />Em Pargua tomamos o Ferryboat para a ilha Chiloé, a travessia do canal Chacao <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/chiloe12.jpg" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 0px 5px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Playa Piedra Run e o valente Troller" border="0" alt="Playa Piedra Run e o valente Troller" align="right" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/chiloe12_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a>é feito num instante, chega-se numa rampa que tem sempre um ferry esperando, sem fila embarcamos,&#160; pagamos a bordo, passageiros não pagam, somente veículos.    <br /> A ilha é encantadora, lugarejos pequenos, muito bem cuidados, casa estilo alemão, muito verde e flores, a ilha é um colorido só. O mar estava calmo, ainda verde e transparente, passamos por vários riachos e rios. Paramos em Ancud para almoçar e conhecer um pouco a cidade, comemos mais mariscos e salmão, uma delícia! O chilote, (quem nasce em Chiloé) não foge a regra do resto do país, são tão agradáveis e gentis que praticamente mimam os turistas.    <br /><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/chiloe9.jpg" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 10px 0px 0px; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Finalmente com os pés no Pacífico" border="0" alt="Finalmente com os pés no Pacífico" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/chiloe9_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a>Depois mais uns 40 minutos de estrada de asfalto e ripio, chegamos numa praia fantástica, muito longa e vazia, Playa Piedra Run, descemos até a areia de carro, finalmente molhei os pés no Pacífico, foi indescritível mas devo confessar que estava&#160; gelada.    <br />Com a mudança de rumo, seguiremos amanhã para Orsono e atravessaremos para a Argentina no Paso Cardenal Antonio Samoré e de lá rumo ao sul até onde dê para voltar ao Chile e seguir pela Carretera Austral.    </p>
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		<title>Vulc&#227;o de neve</title>
		<link>http://www.veleiro.net/blog/2010/11/12/pense-num-lugar-branco/</link>
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		<pubDate>Sat, 13 Nov 2010 00:43:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Procurando os Yaganes]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; De Santiago, rumo ao sul, continuando na Ruta 5, estrada com muitas plantações de chá, frutas, vinhedos, com asfalto perfeito, muitos e caros pedágios, mas vale a pena, porque a velocidade da estrada é 120km/h e depois de 400&#160;&#160;&#160;&#160; km da capital, ela fica completamente vazia. Por volta de 18h [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/vulcaovillarrica4.jpg"><img style="margin: 0px 10px 5px 0px" title="do espelho a vista do vulcão" border="0" alt="do espelho a vista do vulcão" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/vulcaovillarrica4_thumb.jpg" width="160" height="213" /></a>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/vulcaovillarrica5.jpg"></a></p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/vulcaovillarrica5.jpg"></a></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/vulcaovillarrica328.jpg"></a></p>
<p>&#160;</p>
<p align="justify">De Santiago, rumo ao sul, continuando na Ruta 5, estrada com muitas plantações de chá, frutas, vinhedos, com asfalto perfeito, muitos e caros pedágios, mas vale a pena, porque a velocidade da estrada é 120km/h e depois de 400&#160;&#160;&#160;&#160; km da capital, ela fica completamente vazia.<a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/vulcaovillarrica329.jpg"><img style="margin: 5px 0px 5px 10px" title="Vulcão Villarrica, Pucon Chile" border="0" alt="Vulcão Villarrica, Pucon Chile" align="right" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/vulcaovillarrica32_thumb.jpg" width="213" height="160" /></a>     <br />Por volta de 18h chegamos a Pucon, um lugar agradável, pequeno, simpático e muito charmoso que fica às margens do Lago Villarrica e aos pés do ativo Vulcão Villarrica.     <br />Caminhamos pela cidade ontem, com céu muito encoberto quase não viamos as <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/vulcaovillarrica5.jpg"><img style="margin: 5px 10px 5px 0px" title="vulcaovillarrica (5)" border="0" alt="vulcaovillarrica (5)" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/vulcaovillarrica5_thumb.jpg" width="160" height="213" /></a>montanhas, hoje no meio da manhã, foi uma surpresa ao olhar em volta, e dar de cara com um vulcão soltando fumaça pelas ventas e todo branco, nevado.     <br />Não tinha nem que pensar fomos direto para o parque que está o Vulcão, subimos um pouco mais de mil metros e lá estavamos nós na base do vulcão, onde por causa da neve estava bloqueada a estrada. Um dia de sol forte,&#160; quase sem vento, visibilidade ótima.&#160; <br />E lá fomos nós andar na neve, tocá-la e ficar maravilhados de encontrar neve, na primavera num dia de sol e de bermudas.     </p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/vulcaovillarrica24.jpg"><img title="Sol, Neve, bermudas, Vulcão, primavera" border="0" alt="Sol, Neve, bermudas, Vulcão, primavera" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/vulcaovillarrica24_thumb.jpg" width="213" height="160" /></a></p>
</p>
</p>
</p>
</p>
</p>
</p>
</p>
<p>&#160;<a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/vulcaovillarrica20.jpg"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="Adivinha so quem levou essa bola de neve?" border="0" alt="Adivinha so quem levou essa bola de neve?" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/vulcaovillarrica20_thumb.jpg" width="231" height="146" /></a></p>
<p></p>
<p><font size="1" face="Comic Sans MS">Lá no </font><a href="http://www.aquarela22.blogspot.com" target="_blank"><font size="1" face="Comic Sans MS">vida ao avesso</font></a><font size="1" face="Comic Sans MS"> tem mais notícias, imagens e declarações, afinal escrever em duas versões a mesma viagem tem suas vantagens.</font></p>
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		<title>De La Serena a Santiago</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 22:29:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Procurando os Yaganes]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160;&#160; &#160; &#160; &#160; A Ruta 5 nos levou a beira mar até quase a capital, já à alguns poucos kilomentros de Santiago avistamos a Cordilheira com seus picos nevados, brancos. O Pacífico, por causa do vento constante estava agitado e seu verde era quase branco na arrebentação, as montanhas agora eram cobertas de vegetação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/lacanela7.jpg" target="_blank"><img style="border-right-width: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="la canela (7)" border="0" alt="la canela (7)" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/lacanela7_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a>&#160;&#160; </p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p align="justify">A Ruta 5 nos levou a beira mar até quase a capital, já à alguns poucos kilomentros de Santiago avistamos a Cordilheira com seus picos nevados, brancos.    <br />O Pacífico, por causa do vento constante estava agitado e seu verde era quase branco na arrebentação, as montanhas agora eram cobertas de vegetação e embora<a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/lacanela9.jpg"><img style="margin: 5px 0px 5px 10px" title="Em La Canela vimos muitos  eólicos" border="0" alt="Em La Canela vimos muitos  eólicos" align="right" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/lacanela9_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a> tivesse um belo sol fazia frio, bastante frio.     <br />Agora a é a vez de turismo clássico, Museus, monumentos, Plaza de Armas, andar andar e andar, provar as comidas típicas e dezenas de fotos. Bom isso é o que se espera deum típico turista, mas nós fomos à lavandeira, correios, casa de cambio, andamos a esmo pelas ruas do centro e <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/santiago48.jpg"><img style="margin: 5px 10px 0px 0px" title="Vista da Casa Pablo Neruda" border="0" alt="Vista da Casa Pablo Neruda" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/santiago48_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a>do bairro da Bellas Artes e sim fomos ao Museu Casa Pablo Neruda, que posso confessar que foi idéia minha, aliás amanhã tem mais, vamos visitar&#160; Viña del Mar, Valparaíso, Isla Negra onde estão as outras duas Casas Museus de Neruda.     <br />O centro sul se abre com sol e bom tempo, logo seguiremos ao nosso próximo destino Isla de Chiloé.     </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Onde termina o deserto</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Nov 2010 01:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Procurando os Yaganes]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Depois de mais de três dias de deserto, e já querendo ver algo verde diante dos olhos, partimos para Antofagasta, 300km de mais montanhas,&#160; areias, sempre o deserto, até chegar ao nível do mar. De repente aparecem nuvens densas e escuras presas na cordilheira, como se tivesse uma barreira ou uma proibição para que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/loshornos6.jpg"><img style="margin: 0px 10px 5px 0px" title="los hornos (6)" border="0" alt="los hornos (6)" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/loshornos6_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a></p>
<p align="justify">
<p>Depois de mais de três dias de deserto, e já querendo ver algo verde diante dos olhos, partimos para Antofagasta, 300km de mais montanhas,&#160; areias, sempre o deserto, até chegar ao nível do mar.    <br />De repente aparecem nuvens densas e escuras presas na cordilheira, como se tivesse uma barreira ou uma proibição para que elas não avançcassem para cima do deserto.    <br />Numa descida gradual e contínua, vimos na última curva o mar, sob as nuvens cinzas que escondiam a linha do horizonte. <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/chanaral.jpg"><img style="margin: 5px 0px 5px 10px" title="chanaral" border="0" alt="chanaral" align="right" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/chanaral_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a>    <br />Mas lá estava ele, o Pacífico, o outro oceano, do outro lado do nosso continente, ele é verde, de ondas fortes, numa encosta de pedras e penhascos.    <br />Ruta 5, a TransAmericana, acompanha o desenho da costa chilena, com poucos devios dentro dos altos Andes, vemos o Pacífico mudar de cor de verde musgo ao azul petróleo,    <br />areias claras e milhares de pedras neras e blancas, e muitas, muitas áreas não habitadas.    <br />O deserto nos acompanhou por três regiões (estados), Antofagasta, Atacama e Coquimba, a mudanças da vegetação são sutis, já no fim da região de Atacama começam a aparecer uma vegetação rasteria e verde, os cactus que vimos somenta na Argentina, volta a figurar na paisagem.    <br />Avistamos da estrada, umas&#160; enseadas protegidas do vento de SW, mas com tantas pedras que nenhum porto nos deu a sensação de <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/chanaral6.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 10px 5px 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="chanaral (6)" border="0" alt="chanaral (6)" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/chanaral6_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a>segurança, tinha sempre pequenos barcos de pescadores, alias é preciso muita coragem para pescar nesse mar.    <br />Aqui o deserto se cobre de vegetação&#160; &#8216;tipo de cerrado&#8217; mas ainda nos acompanha pelo litoral, até que chegamos a La Serena, Coquimba, aqui vemos árvores, parques, vales de plantações de frutas e verduras. A cidade é pequena com 160mil <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/laserena2.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 0px 0px 10px; border-top: 0px; border-right: 0px" title="la serena (2)" border="0" alt="la serena (2)" align="right" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/laserena2_thumb.jpg" width="120" height="160" /></a>habitantes, de temperatura agradável e boa comida chilena, peixes e vinhos deliciosos!    <br />&#160;&#160;&#160; A hospitalidade dos chilenos é um capítulo a parte, somos bem recebidos sempre, inclusive os carabineros, na estrada quando vêem o carro do Brasil, nos param&#160; para&#160; conversar sobre nossa viagem e temos que dizer todo nosso roteiro e ouvir cada sugestão deles de lugares que temos que conhecer, ah sobre documentos, nada não estão interessados, porque sabem se você chegou até aqui é porque está tudo certo.    </p>
<p align="justify">&#160;</p>
<p align="justify">Mais novidades, fotos e outras histórias, postei no <a href="http://www.aquarela22.blogspot.com">vida ao avesso</a></p>
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		<item>
		<title>Um olhar sobre Atacama</title>
		<link>http://www.veleiro.net/blog/2010/11/05/um-olhar-sobre-atacama/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Nov 2010 11:25:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
				<category><![CDATA[A viagem do Luthier]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160; &#160;&#160;&#160;&#160; &#160;&#160; &#160; &#160;&#160; &#160; &#160;&#160; &#160; &#160;&#160; &#160;&#160; &#160;&#160; &#160;&#160;&#160; &#160; &#160;&#160; &#160;&#160; &#160; &#160; Outras palavras estão no vida ao avesso]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/DSCN4425.jpg"><img title="Povoado de Socaire" border="0" alt="Povoado de Socaire" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/DSCN4425_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a></p>
<p>&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160;&#160; </p>
<p>&#160;&#160; <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/lagunamiscanti4.jpg"><img title="João na Laguna Miscanti" border="0" alt="João na Laguna Miscanti" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/lagunamiscanti4_thumb.jpg" width="164" height="124" /></a><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/lagunachaxa23.jpg"></a></p>
<p>&#160;&#160;&#160;&#160; <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/lagminiques5.jpg"><img title="Laguna Miniques" border="0" alt="Laguna Miniques" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/lagminiques5_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a>&#160;&#160; <br />&#160; </p>
<p>&#160;&#160; <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/lagminiques14.jpg"><img title="Troller na laguna miniques a 4200m de altitude" border="0" alt="Troller na laguna miniques a 4200m de altitude" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/lagminiques14_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a>     </p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/pukaraquitor.jpg"><img title="Escavação arqueológica das ruinas de pukara quitor" border="0" alt="Escavação arqueológica das ruinas de pukara quitor" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/pukaraquitor_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a></p>
<p>&#160; </p>
<p>&#160;&#160; <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/lagunamiscanti5.jpg"><img title="lagunamiscanti (5)" border="0" alt="lagunamiscanti (5)" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/lagunamiscanti5_thumb.jpg" width="164" height="124" /></a>     </p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/valledaluna7.jpg"><img title="Dunas no Valle de la Luna" border="0" alt="Dunas no Valle de la Luna" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/valledaluna7_thumb.jpg" width="164" height="124" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;&#160; <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/spatacama1.jpg"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Salar dos Flamingos" border="0" alt="Salar dos Flamingos" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/spatacama_thumb1.jpg" width="160" height="120" /></a></p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/valledaluna2.jpg"><img title="Valle de la Luna e ao fundo  vulcão Licancabur" border="0" alt="Valle de la Luna e ao fundo  vulcão Licancabur" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/valledaluna2_thumb.jpg" width="94" height="124" /></a></p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/valledaluna21.jpg"></a></p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/spatacama2.jpg"></a></p>
<p>&#160;&#160; <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/lagunachaxa231.jpg" target="_blank"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="Salar do Atacama, Laguna Chaxa" border="0" alt="Salar do Atacama, Laguna Chaxa" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/lagunachaxa23_thumb.jpg" width="90" height="120" /></a>&#160;&#160; <br />&#160;&#160;&#160; <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/spatacama11.jpg"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="San Pedro de Atacama, Praça das Armas" border="0" alt="San Pedro de Atacama, Praça das Armas" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/spatacama11_thumb.jpg" width="90" height="120" /></a>&#160; <br />&#160;&#160; </p>
<p>&#160;&#160; <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/spatacama15.jpg"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="San Pedro de Atacama" border="0" alt="San Pedro de Atacama" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/spatacama15_thumb.jpg" width="90" height="120" /></a></p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160; Outras palavras estão no <a href="http://aquarela22.blogspot.com/">vida ao avesso</a></p>
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		<title>Passo de Jama</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 23:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Procurando os Yaganes]]></category>

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		<description><![CDATA[Saímos de Tilcara de manhã, não muito cedo, pois faríamos um trecho de pouco mais de 400km até Atacama no Chile. A 45km de Tilcara vimos o Cerro das Siete Cores, que&#160; anunciava nossa chegada à Purmamarca, um lugarejo de origem indígena, muito pequeno e aconchegante, que vive de basicamente de turismo e artesanato. encravado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/purmamarca2.jpg"><img title="purmamarca (2)" border="0" alt="purmamarca (2)" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/purmamarca2_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a>     </p>
<p></p>
<p align="justify">Saímos de Tilcara de manhã, não muito cedo, pois faríamos um trecho de pouco mais de 400km até Atacama <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/cuestadelipan10.jpg"><img title="cuestadelipan (10)" border="0" alt="cuestadelipan (10)" align="right" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/cuestadelipan10_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a>no Chile. A 45km de Tilcara vimos o Cerro das Siete Cores, que&#160; anunciava nossa chegada à Purmamarca, um lugarejo de origem indígena, muito pequeno e aconchegante, que vive de basicamente de turismo e artesanato. encravado no meio de morros coloridos e altas montanhas.     <br />De lá&#160; era só subida, pegamos a Cuesta Lipan,&#160; a ruta 9 é uma estrada em bom estado <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/cuestadelipan4.jpg"><img style="border-right-width: 0px; margin: 5px 10px 5px 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="cuestadelipan (4)" border="0" alt="cuestadelipan (4)" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/cuestadelipan4_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a>de conservação, que vai contornando os morros, como serpentes, até o ponto mais alto da cordilheira do lado argentino antes do Paso de Jama. Na placa&#160; marcava&#160; 4170m de altitude e no nosso GPS foi de 4217m do nível do mar.     <br />Ao iniciar a descida para os altiplanos argentinos nos deparamos com a Salinas Grandes, <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/cuestadelipan6.jpg"><img style="margin: 5px 0px 5px 10px" title="cuestadelipan (6)" border="0" alt="cuestadelipan (6)" align="right" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/cuestadelipan6_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a>uma área enorme e branca, vemos sal para todos os lados. quase não cruzamos com veículos, somente alguns caminhões, pouquissimas casas, nenhuma gente, também para morar nessa altitude é preciso coragem e desprendimento, porque tem pouca água, é frio e seco,&#160;&#160; não tem energia elétrica, chegamos a ver uns&#160; painéis solares nas poucas casas que avistamos. Mas tinham muitas , incontáveis Lhamas e Vicunhas andando livres por todo esse nosso caminho.     <br /><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/spatacama.jpg"><img style="border-right-width: 0px; margin: 5px 10px 5px 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="spatacama" border="0" alt="spatacama" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/spatacama_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a>Quase na fronteira tem a minúscula e feia Susquez, cidade de apoio e mineração.     <br />Mesmo com a burocracia, dar saída no país foi tranquilo, e quase rápido. <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/maisaltochile9.jpg"><img style="margin: 5px 0px 5px 10px" title="mais altochile (9)" border="0" alt="mais altochile (9)" align="right" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/maisaltochile9_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a>     <br />Mas para chegar ao Chile subimos ainda mais ao nosso recorde de 4827m do nível do mar. Mais salares nos altiplanos chilenos, numa paisagem exuberante, depois foi morro&#160;&#160; abaixo até San Pedro de Atacama, mais alfandega, carimbos, vistorias.     <br />A cidade é pequena, simpática e muito turística.&#160; </p>
<p>Aqui e no <a href="http://www.aquarela22.blogspot.com" target="_blank">Vida ao Avesso</a> encontrará fotos e relatos inéditos</p>
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		<title>Humahuaca</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 19:49:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Procurando os Yaganes]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; Relógio público de Humahuaca, que ao meio dia pontualmente um ‘cuco’ de San Francisco Solano aparece e abençoa os habitantes e as dezenas de turistas. &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; Cáctus, figura marcante na paisagem, no artesanato e nas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/humahuaca1.jpg"><img title="torre do relógio público" border="0" alt="torre do relógio público" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/humahuaca1_thumb.jpg" width="180" height="240" /></a></p>
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<p>Relógio público de Humahuaca, que ao meio dia pontualmente um ‘cuco’ de San Francisco Solano aparece e abençoa os habitantes e as dezenas de turistas.</p>
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<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/humahuaca15.jpg"><img title="humahuaca (15)" border="0" alt="humahuaca (15)" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/humahuaca15_thumb.jpg" width="180" height="240" /></a></p>
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<p>Cáctus, figura marcante na paisagem, no artesanato e nas decorações de toda a Queimada de Humahuaca</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/humahuaca18.jpg" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="Igreja de Candelária" border="0" alt="Igreja de Candelária" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/humahuaca18_thumb.jpg" width="240" height="180" /></a></p>
<p>&#160;</p>
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<p>Vista igreja da Candelária, em Humahuaca</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160; <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/humahuaca10.jpg" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; margin-left: 0px; border-top: 0px; margin-right: 0px; border-right: 0px" title="Praça San Martin" border="0" alt="Praça San Martin" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/humahuaca10_thumb.jpg" width="240" height="180" /></a> </p>
</p>
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<p>Praça San Martin, Igreja da Candelária, Humahuaca</p>
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		<title>Tilcara</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Nov 2010 19:32:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Procurando os Yaganes]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#160; Entardecer de Tilcara &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; Chegando em Tilcara &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; Praça principal de Tilcara, com feira do colorido artesanato local e manutenção das ruas. Muito vento, pó, sol e frio seco.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/tilcara22.jpg"><img title="Entardecer de Tilcara" border="0" alt="Entardecer de Tilcara" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/tilcara22_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a>
<p>&#160;</p>
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<p>Entardecer de Tilcara</p>
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<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/tilcara19.jpg"><img title="Montanhas vermelhas de Tilcara" border="0" alt="Montanhas vermelhas de Tilcara" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/tilcara19_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a></p>
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<p>Chegando em Tilcara</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/tilcara51.jpg"><img title="Praça principal e consertos na rua" border="0" alt="Praça principal e consertos na rua" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/tilcara51_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a></p>
</p>
</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p>Praça principal de Tilcara, com feira do colorido artesanato local e manutenção das ruas. Muito vento, pó, sol e frio seco.</p>
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		<title>Tr&#243;pico de Capric&#243;rnio</title>
		<link>http://www.veleiro.net/blog/2010/10/31/trpico-de-capricrnio/</link>
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		<pubDate>Sun, 31 Oct 2010 20:03:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Procurando os Yaganes]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Saímos das planícies do Chaco e chegamos aos pés da Cordilheira dos Andes, já na primeira cidade Salta subimos para a altitude de 1200m do nível do mar. Continuando pela Ruta 9, fomos subindo&#160; os Andes, contornando a cidade de Jujuy até Tilcara, passamos por vários Rios largos e secos ou com pouquissíma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/tilcara3.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; border-top: 0px; border-right: 0px" title="tilcara (3)" border="0" alt="tilcara (3)" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/tilcara3_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p align="justify">Saímos das planícies do Chaco e chegamos aos pés da Cordilheira dos Andes,   <br />já na primeira cidade Salta subimos para a altitude de 1200m do nível do mar.    <br />Continuando pela Ruta 9, fomos subindo&#160; os Andes, contornando a cidade de Jujuy até Tilcara, passamos por vários Rios largos e secos ou com pouquissíma água, a paisagem também muda completamente, as árvores e o verde desaparecem de uma curva para a outra, e vemos somente montanhas alguns cactus e formações geológicas <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/tilcara5.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 0px 0px 10px; border-top: 0px; border-right: 0px" title="tilcara (5)" border="0" alt="tilcara (5)" align="right" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/tilcara5_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a>coloridas, que vão do vermelho, amarelo, verde, branco ao cinza de todos os tons, marrons e alaranjados.    <br />As poucas casas a beira da estrada, são rústicas e pobres, com telhados&#160; de metal.    <br />Chegamos num dia de sol e vento, temperatura 21°C, estamos no Trópico de Capricórnio, mas tão longe de casa, na altitude de 2461m do nível do mar,na longitude 065°W, na pequena cidade de Tilcara, Jujuy, Argentina.     </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Ta&#237; o que voc&#234; queria</title>
		<link>http://www.veleiro.net/blog/2010/10/30/ta-o-que-voc-queria/</link>
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		<pubDate>Sat, 30 Oct 2010 21:07:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
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		<description><![CDATA[No longo trecho de mais de 600km de Presidencia Roque Saens Peña à Salta pegamos uma estrada em bom estado, poucos pedágios. Por muitos kilometros vimos plantações de trigo e girassois, dourado e amarelo, emoldurando nosso caminho. Já percorridos 250km o ar condicionado do carro deu um problema,colocava ar quente, digo muito quente, para dentro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/salta.jpg"><img style="border-right-width: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="salta" border="0" alt="salta" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/salta_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a>No longo trecho de mais de 600km de Presidencia Roque Saens Peña à Salta pegamos uma estrada em bom estado, poucos pedágios.     <br />Por muitos kilometros vimos plantações de trigo e girassois, dourado e amarelo, emoldurando nosso caminho.     <br />Já percorridos 250km o ar condicionado do carro deu um problema,colocava ar quente, digo muito quente, para dentro do carro.     <br />Tivemos que fazer os restantes 380km de janelas abertas, o que nao seria um problema, digno de nota se o vento forte do lado de fora não fosse muito&#160; mais <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/salta36.jpg"><img title="salta (36)" border="0" alt="salta (36)" align="right" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/salta36_thumb.jpg" width="90" height="120" /></a>quente e seco, a umidade devia estar em 20%, era ainda 11h da manhã e a temperatura interna era 39,5°C e subindo.     <br />Nas estradas argentinas temos visto muitos postos de controle policiais, fiscais, sanitários, federais, estaduais, municipais, o mais estranho foi um no km 309 da RN16, num lugar completamente deserto e com muitos pássaros&#160; no meio da estrada tomando sol, o policial estava com pedras e um estilingue (atiradeira para uns) na mão, nem preciso dizer o que vimos pelo retrovisor.     <br />À uma da tarde o termometro estava <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/salta2.jpg"><img title="salta (2)" border="0" alt="salta (2)" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/salta2_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a>fervendo, em 48,8°C, a beira da estrada os pequenos lugarejos pareciam cenas&#160; de filmes dos desertos mexicanos, tudo muito seco e abandonado. E com o calor que estava fazendo não tinha uma alma pelas ruas.     <br />Faltavam ainda 200km para nosso destino, Salta, quando avistamos a Cordilheira dos Andes, taí o primeiro destino da nossa viagem. Nem o calor nos desanimou, do outro lado dessas montanhas,&#160;&#160; o Pacífico.     </p>
<p>&#160;</p>
<p>Escrevo os post’s aqui na veleiro.net e no <a href="http://www.aquarela22.blogspot.com" target="_blank">vida ao avesso</a>, em duas versões diferentes.</p>
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		<title>El Comedor</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 20:14:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Procurando os Yaganes]]></category>

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		<description><![CDATA[Vegetarianos não leiam este post. Desde que chegamos na Argentina a base da nossa alimentação é a boa e suculenta carne bovina, vindas diretamente da Carniceria (açougue). Como temos viajado por cidades pequenas, restaurantes é coisa rara e cara, pero el Comedor tem para todo lado, inclusive nos hotéis o café da manhã é servido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="left">Vegetarianos não leiam este post.    <br />Desde que chegamos na Argentina a base     <br />da nossa alimentação é a boa e suculenta carne bovina,     <br />vindas diretamente da Carniceria (açougue).     <br />Como temos viajado por cidades pequenas,     <br />restaurantes é coisa rara e cara,     <br />pero el Comedor tem para todo lado,     <br />inclusive nos hotéis o café da manhã é servido no Comedor.     <br />Já viramos fãs das maravilhosas empanadas argentinas,     <br />com recheios de queijo, presunto, carne bovina e frango,     <br />mas já nos disserem que as melhores estão no Chile,     <br />iremos lá para experimentar e comprovar.     <br />Nas estradas mesmo com poucos postos de serviços (de gasolina)     <br />encontra-se&#160; Comedores, Paradores e Parrillas&#160; em qualquer lugar.     <br />As gasoseas (refrigerentes) são servidas frescas,     <br />se gostar gelada tem que pedir gelo     <br />e sempre em garrafas de mais de um litro.     <br />Um capítulo a parte são os irresistíveis Alfajores,     <br />redondos bolinhos recheados de Dulce de Leche e cobertos com chocolate,     <br />os da marca Havana é dos melhores,     <br />mas a cada cidade tem os seus tradicionais Aflajores.     <br />Bom apetite e passe longe das balanças!!!</p>
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		<title>Posadas em Imagens</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 00:23:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Procurando os Yaganes]]></category>

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		<description><![CDATA[Avenida Costanera às margens do Rio Paraná Do lado de cá é Posadas &#8211; Província Missiones/Argentina &#160; El Puerto Ferri, o nível do rio parece alto &#160; Foram-se os cunhos, e sobraram as árvores de amaração Iate Club de Posadas &#160; &#160; Puente Internacional San Roque Gonzalez de Santa Cruz Do outro lado é Encarnacion, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/posadas1.jpg" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="posadas (1)" border="0" alt="posadas (1)" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/posadas1_thumb.jpg" width="180" height="240" /></a> </p>
<p>Avenida Costanera às margens do Rio Paraná   <br />Do lado de cá é Posadas &#8211; Província Missiones/Argentina    </p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/posadas17.jpg" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="posadas (17)" border="0" alt="posadas (17)" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/posadas17_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a> </p>
<p>El Puerto Ferri, o nível do rio parece alto   </p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/posadas20.jpg" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="posadas (20)" border="0" alt="posadas (20)" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/posadas20_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a> </p>
<p>Foram-se os cunhos, e sobraram as árvores de amaração</p>
<p></p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/posadas24.jpg" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="posadas (24)" border="0" alt="posadas (24)" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/posadas24_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a> </p>
<p>Iate Club de Posadas</p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/posadas48.jpg" target="_blank"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="posadas (48)" border="0" alt="posadas (48)" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/posadas48_thumb.jpg" width="200" height="150" /></a> </p>
<p>Puente Internacional San Roque Gonzalez de Santa Cruz   <br />Do outro lado é Encarnacion, Paraguay</p>
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		<title>Surpresa em Posadas</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 17:43:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Procurando os Yaganes]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Dia do Censo, foi declarado feriado nacional! Hoje dia 27 de outubro, tudo está fechado, ficamos sabendo disso&#160; na nossa chegada em Posadas ontem a noite no estacionamento, nada pode abrir ou funcionar sob pena de multa. Hoje seguiríamos viagem para Presidente Roque Saens Peña, + ou – 600km daqui, mas as informações que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p>Dia do Censo, foi declarado feriado nacional!   <br />Hoje dia 27 de outubro, tudo está fechado, ficamos sabendo disso&#160; na nossa chegada em Posadas ontem a noite no estacionamento, nada pode abrir ou funcionar sob pena de multa.    <br />Hoje seguiríamos viagem para Presidente Roque Saens Peña, + ou – 600km daqui, mas as informações que tivemos era que nem postos de gasolina iriam abrir.    <br />Procuramos mais informações na internet e no quiosque do censo na praça 9 de julho em frente ao hotel, o que conseguimos saber é que haverá uma mobilização nacional para recensear todo o país em um único dia.    <br />Por prudência decidimos não partir, e com isso fomos recenseados também na Argentina.    </p>
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		<title>Tercera Trocha</title>
		<link>http://www.veleiro.net/blog/2010/10/26/tercera-trocha-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 26 Oct 2010 18:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Veleiro.net</dc:creator>
				<category><![CDATA[Procurando os Yaganes]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; Entramos na Argentina por Puerto Iguazu, uma pequena cidade vermelha, rojo terra. Por aqui de turismo&#160; só fomos ao marco das 3 Fronteiras. Nada de Cataratas, já haviamos visitado esse ponto turistico, ainda que há décadas, seguimos para nosso destino primeiro, Atacama, atravessaremos todo o norte da Argentina, com algumas paradas de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>&#160;</p>
<p><a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/puertoiaguazu6.jpg"><img style="border-right-width: 0px; margin: 0px 10px 5px 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="puertoiaguazu (6)" border="0" alt="puertoiaguazu (6)" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/puertoiaguazu6_thumb.jpg" width="160" height="120" /></a> </p>
<p>&#160;</p>
<p>&#160;</p>
<p align="justify">Entramos na Argentina por Puerto Iguazu, uma pequena cidade vermelha, rojo terra.    <br />Por aqui de turismo&#160; só fomos ao marco das 3 Fronteiras. Nada de Cataratas, <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/3fronteiras41.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 5px 0px 5px 10px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="3fronteiras (4)" border="0" alt="3fronteiras (4)" align="right" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/3fronteiras4_thumb1.jpg" width="160" height="120" /></a>já haviamos visitado esse ponto turistico, ainda que há décadas, seguimos para nosso destino primeiro, Atacama, atravessaremos todo o norte da Argentina, com algumas paradas de repouso e outros de passeios e visitas turísticas.&#160;&#160; <br />As Rutas da Argentina estão em bom estado até aqui em Posadas,&#160; com centenas de kilometros de reflorestamento de pinheiros,&#160; as margens amarelas da estrada por causa&#160; das margaridas amarillas.     <br />Passamos por duas praças de pedágio, de valor&#160; ínfimo de $1,70 e $2,40 pesos ar     <br />(cotação: 0,46 <a href="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/puertoiaguazu7.jpg"><img style="margin: 5px 10px 0px 0px" title="puertoiaguazu (7)" border="0" alt="puertoiaguazu (7)" align="left" src="http://www.veleiro.net/blog/wp-content/photos/puertoiaguazu7_thumb.jpg" width="90" height="120" /></a>reais); é um contraste para a quantidade e os altos valores dos pedágios nas rodovias Castelo Branco e Transbrasiliana, no Brasil. Sendo que os mais caros foram entre Londrina e Cáscavel, justamente o trecho em pior estado de conservação.     <br />Já no primeiro posto policial de controle, fomos parados: documentos, seguro carta verde, perguntas: o que tem na bagagem, de onde vem, para onde vai e ai as curiosidades sobre o motor do troller e afins.     <br />Para&#160; quem ficou curioso com a tercera trocha é a terceira faixa da pista.     </p>
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