seg 15 nov 2010
O Luthier em Fortaleza
Escrito por: Catarina
[11] Comentários
Está testado e aprovado: o tomate verde amadurece fora do pé. E se você puser um pouco de farinha de trigo no biquinho, dura ainda mais sem refrigeração. É mais um aliado da alimentação dos “sem geladeira”, ou dos “com pouca refrigeração”, que ficam com mais espaço disponível
nas caixas geladas para refrigerar outros alimentos, mais perecíveis, como laticínios e carnes.
Daqui para cima, vamos precisar desse e de muitos outros alimentos, que duram sem refrigeração, pois as próximas paradas vão ocorrer em parques e lugares sem civilização, supermercado ou padaria por perto, e a as viagens devem durar mais que três dias. Aliás, o que nos espera numa das paradas, a de Ilha de Salut, são tubarões na água, apenas, e mato em volta.
A intenção é sair de Fortaleza com destino aos Lençóis Maranhenses, depois seguir direto para Ilha de Salut, na Guiana Francesa, antes de ir para Trinidad e Tobago, onde deveremos chegar para o “OH, OH,OH” (Natal).
Parte da flotilha pensa parar em Belém do Pará, pela oportunidade e por ser um lugar instigante. Não é o nosso caso, pretendemos ir direto e esperá-los na Ilha de Salut. Nossos motivos para não ir são: precisar entrar demais em direção ao continente, e depois sair, num total de 200 milhas a mais; a forte correnteza do rio, e os bancos de areia mutantes das suas margens; os troncos boiando, que representam um perigo à navegação, e, por fim, e os ratos d’água (piratas).
Por enquanto, ainda não deu tempo de conhecer as praias de Fortaleza, só fizemos arrumar o barco e nos preparar para a viagem. E cuidar de burocracias.
Já descobri que não vai ser fácil cancelar a nossa internet 3G, a começar que o site da operadora não disponibiliza essa opção pela internet, e nem por telefone; teremos que ir até uma loja.
No mais, volta e meia, algum dos barcos da flotilha aparece com uma novidade. Hoje mesmo, todos vão atrás de um carrinho de mão de alumínio que o Lúcio, do Temujin, encontrou numa loja; é o velho e conhecido “clube da inveja é uma merda!”
Catarina
Oi gentem, olha minha sobrinha que é de trento, italia, me disse que colocar maçã junto de outras frutas e tomate, faz com que apodreçam muito rapido. A cidade dela é produtora de maças então acho que ela deve saber alguma coisa né não. Mas como é esse carrinho de aluminio???? a turma da inveja é uma merda daqui quer saber
bjs pros dois
Oi Miriam,
A Catarina agradece a dica.
O carrinho é uma graça, vai me ajudar…nada disso, depois que vi meu vizinho com um, fiquei com uma necessidade imediata de ter um também, não é uma merda?
Vou tirar fotos e postar, até lá, vão ficar com curiosidade, e depois, com inveja, ha, ha.
Abraço,
Dorival
Olá!
Tenho acompanhado as façanhas de vocês pelo blog. Tô com uma inveja danada – minha hora vai chegar – mas vida que segue. Torço que a viagem para o Caribe seja sem percalços, mas, no mar é imprevisível. Boa sorte a vocês e bons ventos.
Olá, Luis Cláudio,
Obrigada por nos acompanhar. Essa sua inveja é das boas, vai lhe levar a algum lugar ainda.
Estamos tomando todos os cuidados para fazer uma boa viagem mas, se formos surpreendidos por um mar grosso, vamos ficar à capa e esperar passar.
Retribuo os votos de bons ventos e boa sorte.
Abraço,
Catarina
ok vou ficar esperando as fotos do carrinho, mas não demore não tá! bjs pros dois
Pois é. O tal de carrinho de mão é, deverasmente, interessante.
Pensei em comprar um.Mas pensei: Pô, se o Temujin e o Luthier têm um cada e estamos viajando juntos, por que compra-lo? Óbviamente e teoricamente tenho dois à disposição.
Então, posso afirmar que não pertenço à turma da inveja é uma merda.
Optei pela turma dos oportunistas. hehehe
Olá Zanella, bem-vindo a bordo.
O carrinho do Luthier está a sua disposição.
Vamos ver quando você chegar no Caribe, em qual clube você vai estar, hehehe.
Você ainda vai comprar alguma coisa que você viu em um outro barco, é inevitável.
Abraço,
Dorival
A proxima tralha de bordo sera uma bicicleta de aluminio, claro, dobravel, estilosa como uma monareta…hehehe
Fininho,
O que eu tenho visto é que quem tem uma bicicleta usa pouco, porque difícilmente saimos sós. Normalmente o povo têm duas. hehehe.
Abraço,
Dorival
Essa questão da “menor utilizaç-ao possivel do frigorifico” interessa-me. Tambem podem continuar aom a questão dos carrinhos de aluminio. Eu sei que estão na brincadeira mas mesmo assim não acho que quando alguem descobre um artigo bem feito, barato e útil que os “outros” não devam ir a correr para ter um , pois se as qualidades são valorizadas por alguem é natural que tambem o sejam para todos e dai vem uma vantagem pela descoberta. Logo, para mim, o clube da inveja não cabe aqui, inveja é outra coisa muito mais perniciosa, futil e má.
Quer dizer…..não é costume andar com as bicicletas?mas…não são uteis? é que eu não me vejo sem uma…ou duas pois!.
Conde e fininho,
Adoraria ter bicicletas a bordo, mas tem que ser duas, porque sempre saímos juntos eu e a Catarina.
Só não sei onde guardar, talvez essas dobráveis possam servir bem.
Dorival